quinta-feira, 28 de julho de 2011

Que tipo de adventista é você ?


ADVENTISTA DO SÉTIMO DIA DÍGITO
Acredita que seu único papel na Igreja é devolver o dízimo e doar ofertas. Isso já garante sua prosperidade e salvação.

ADVENTISTA PENTECOSTAL
Vive comparando a Igreja Adventista com outras denominações, sempre achando que as outras são mais animadas, ungidas, fervorosas e “quentes”. Seu maior sonho é falar "em línguas”.

ADVENTISTA CARDIOLÓGICO
Não faz qualquer esforço para mudar seu estilo de vida, pois botou na cabeça que "Jesus só quer o coração". Não se preocupa com o testemunho no vestuário, maquiagem, divertimentos, amizades, linguagem, etc.

ADVENTISTA 02 DE NOVEMBRO
Morre de medo de alma penada e de macumba.

ADVENTISTA BEATO
Acredita que fazendo alguma “penitência” vai chamar a atenção de Deus para si.

ADVENTISTA ATEU
Não crê que a fé é uma ferramenta poderosa, capaz de realizar coisas impossíveis.

ADVENTISTA DA NOVA ERA
Está sempre atrás de terapias naturais que tragam paz de espírito e cura da alma (iridologia, homeopatia, yoga, etc.)

ADVENTISTA XIITA
Acredita que devemos sempre que preciso usar a força na evangelização, obrigando todos a aceitarem nossas doutrinas, custe o que custar. E todos os que se opuserem, serão tratados como inimigos mortais.

ADVENTISTA SURFISTA
Está sempre navegando nas ondas dos modismos que surgem no meio evangélico (“amado”, “abençoado”, “está repreendido”, “oh glória”, “amém, igreja?”, "determinar a bênção", etc.)

ADVENTISTA FARISEU
Passa todo tempo olhando os defeitos dos outros, e esquece que ele próprio não passa de um “sepulcro caiado”.

ADVENTISTA (S) PONTO CÃO
Tem síndrome de conspiração e não acredita em nada que os pastores ensinem. Acham que os líderes só querem saber de ganhar dinheiro.

ADVENTISTA CIGARRA
Fica todo tempo de braços cruzados, enquanto os outros fazem todo o trabalho, e ainda zomba das “formigas” que estão empenhadas na obra de Deus.

ADVENTISTA "TÔ NEM AI"
Está sempre “lavando as mãos” e dizendo: “Eu não fui escolhido para nenhum cargo, então não tenho nada a ver com isso. Não contem comigo”.

ADVENTISTA EM GREVE
Chega em outubro e diz “não quero cargos. Vou dar um tempo para minha vida espiritual, sem me preocupar com compromissos com alguma função”. Às vezes tem muito talento, mas não os emprega na Obra de Deus. Está “dando um tempo”.

ADVENTISTA NO SÉTIMO DIA
O único momento que dedica para a religião é a manhã do sábado, mesmo assim friamente. Nunca vem na quarta-feira para não perder a novela ou futebol.

ADVENTISTA DO SÉTIMO DIA
É aquele que realmente vive o estilo de vida ensinado pela Bíblia e Espírito de Profecia. Procura sempre fazer sua parte na obra da Igreja, sem parar para criticar ou culpar os outros. Estuda a Bíblia e a Lição da Escola Sabatina, e está envolvido no trabalho missionário e demais programas da Igreja. É fiel nos dízimos e tem seu pacto de ofertas. Esse sim, pode encher o peito e dizer com orgulho santo: “Sou Adventista do Sétimo Dia”, assim como Jesus também era.

Vc se identifica com qual tipo?

FONTE

domingo, 10 de julho de 2011

John Cage – 4’33″

Erroneamente chamada de ” peça do silêncio” , 4’33″ está longe de ser uma peça irresponsável ou simplesmente uma brincadeira gratuita.
Como primeiro argumento para isso podemos dar os 5 anos gastos entre a idéia inicial e sua formatação final.
Cage vinha já a muito tempo desenvonvendo uma arte de vanguarda, com suas músicas para piano preparado, peças para grupo de percussão e para percussão solo. Já havia também se aventurado por partituras gráficas e por obras que utilizavam do método de escolhas pelo intérprete. Porém, mesmo com um histórico de peças repletas de novidades técnico-filosóficas,
a idéia de 4’33″ era algo que lhe deixava receioso, exatamente com a possibilidade de a peça ser encarada como uma brincaderia, uma afronta.
Cage vinha já a muito tempo formando uma opinião divergente do senso comum sobre o processo de criação musical e a forma de comunicação entre o intérprete e seu público. Seu relacionamento direto ou indireto com importantes personalidades, intelectuais e artistas da época causaram profundas mudanças na forma como ele via e entendia a manifestação artistico-criativa.
Otto Fischinger, com quem Cage trabalhou em um de seus filmes abstratos, influenciou-o à medida que lhe ofereceu a idéia de que tudo no mundo possui um espîrito, e que este é audível. Este pensamento se consolida na filosofia de Cage à medida em que ele inicia seu contato com o Zen-Budismo.
A idéia de que tudo possui um som e as concepções budistas de que a arte deve acima de tudo ser algo que potencialize “abrir a mente” , e que a busca do homem é para que se livre dos desejos e desgostos pela negação do ego, trouxeram à Cage o desafio de conseguir exprimir artisticamente, e coerentemente, tais idéias.
A primeira aplicação de tais conceitos foi obtida com a utilização do I Ching, através do sorteio do material sonoro utilizado. Assim Cage procurava tirar do compositor a responsabilidade completa sobre a composição, diminuindo assim a importância do ego frente ao resultado
obtido. Porém, através do método de sorteio, a obra ainda estava presa à sons intencionais, material préviamente conhecido pelo intérprete. E segundo Cage, mesmo na música em que havia improvisação, as escolhas seriam feitas por desejos e desgostos do intérprete, suas memórias, sua bagagem cultural, e sendo assim, sons, em algum nível, intencionais.
Assim, para Cage a música baseada em sorteios, escolhas, continuava presa à tradição Ocidental. Para que seu desejo, de uma música que quebrasse com a lógica de comunicação existente na tradição artísticomusical, acontecesse seria necessário um novo passo.
Cage já vinha também trabalhando com a idéia de interpenetração, a qual pressupõe uma comunicação em todas as vias e direções e não mais como exclusividade do intérprete/compostor. A interpenetração oferecia à Cage a oportunidade dos sons não-intencionais – o próximo passo.
Com essa concepção, Cage inicia o estudo do que viria a ser 4’33″ .
Deveria ser uma peça que possibilitasse a Indeterminação do material sonoro, e que trabalhasse a interpenetração como fator “realizador desse material” .
Um material indeterminado é aquele sobre o qual nem compositor , nem intérprete possuem controle total, e com a interpenetração o público se torna também co-intérprete da obra musical.
Da sua experiencia junto à cultura indiana e o zen-budismo, Cage extraiu também a idéia decontinuidade musical , a qual propõe que uma peça não tem fim, mas perdura-se pelos sons do ambiente, e permanece sendo executada, como ecoando. Assim todo o ambiente se torna em uma grande obra com sons não- intencionais. Anteriormente, Cage já havia encontrado pensamento análogo na obra de Luigi Russolo, mais especificamente em seu livro ” he Art of Noises” , onde Russolo descreve que tudo a nossa volta possui ruído, e que se torna necessário um ouvido preparado para encontrar a manifestação artística nesse ruído.
Partindo desses principios nasce 4’33″ .
A composição baseia-se em ritmos pré-definidos por meio de metodos de escolha e sorteio, apartir de uma tabela de ritmos. Porem, diferentemente de obras anteriores ou mesmo contemporâneas de 4’33″, esta só possuía a tabela de durações, excluindo escolhas de alturas, amplitudes, etc.
Desta forma, o resultado foi uma peça com durações determinadas por sorteio, porém sem som algum definido, ritmos silenciosos.
Entenda-se que não estamos falando de pausas, mas de ritmos sem sons. As pausas denotariam que a música cessou de acontecer. Porém a partitura da primeira versão, interpretada por David Tudor era representada por pentagramas, com divisão de compassos, porém sem nenhum outro sinal gráfico, inclusive pausas, denotando que apesar da não-ação por parte do músico postado no palco, a música acontece, através de sons não-intencionais  produzidos por todo o ambiente circundante, desde as pessoas à natureza.
Aí reside a força desta obra, na utilização do total indeterminismo, da presença do som não-intencional, sobre o qual o compositor não tem controle algum, e onde o criador não passa de apenas um dos elos criativos.
Obra que não exprime o ego de seu compositor o intérprete, mas o põe em igualdade com todo o universo que o rodeia e que adquire tanta importância quanto qualquer outro envolvido na produção. Tudo, da audiência ao ruído das ruas ao derredor do Teatro, tudo é música e perpetuará a obra apartir dali (dentro da concepção de continuidade musical)
A peça é formada por três movimentos que juntos possuem um tempo total de 4′ 33″ . Cada movimento ( os tempos dos movimentos são: 30″ , 2’23″ e 1’40″ ) deve ser precedido e seguido de algum indicativo por parte do músico (ou músicos, já que a peça não possui instrumentação definida) de que houve a mudança de movimento.





 
uhuuu gostaram?x)

FONTE

A fonte do amor.

Tive uma conversa na igreja com os jovens sobre o assundo: "o que é amor?", "como podemos amar?" e "de onde vem?" Daí eu queria postar alguns versículos da Bíblia para alguns aprenderem e para os outros relembrarem...


 "O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não de ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal ."
(1Co 13:4)

"Amemo-nos uns aos outros, porque o amor é Deus; e qualquer que ama é nascido de Deus e conhece." (1Jo 4:7)

"Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança." (Gl 5:22)

"No amor não há temor, antes o perfeito amor lança fora o temor; porque o temor tem consigo a pena, e o que teme não é perfeito em amor. Nós o amamos a ele porque ele nos amou primeiro." (1Jo 4:18,19)

Meus amigos e familiares.. amo vcs apesar de tudo! 

Vamos amar com intensidade! hehe ~